Leishmaniose ainda preocupa Vigilância

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A Vigilância Ambiental em Saúde se mantém atenta a leishmaniose canina, onde já chegou a 107 amostras coletadas e 25 cães positivados desde o início do controle de dados da doença. O número de casos pode ser maior devido a não confirmação da doença antes da morte dos animais, o que pode ser considerado uma subnotificação.

Para entender melhor a situação da Leishmaniose, é necessário retornar até 2020, onde alguns cães com a doença importada de outras cidade e do Uruguai vieram para Livramento, cerca de três animais apenas, sendo dado o tratamento necessário. Em 2021 novas denúncias foram registradas e, a partir de agosto, iniciou uma crescente de casos, onde atualmente Livramento, tem 25 cães positivos para Leishmaniose.

Sintomas de Leishmaniose

No animal: Os sintomas nos animais são emagrecimento, fraqueza, queda de pelos, descamação, crescimento exagerado das unhas, feridas no focinho, orelha e patas.

No ser humano: Os principais sintomas da leishmaniose em humanos são febre intermitente com semanas de duração, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento, anemia, palidez, aumento do baço e do fígado, comprometimento da medula óssea, problemas respiratórios, diarreia, sangramentos na boca e nos intestinos.

Prevenção: Cuidar do ambiente interno e externo das residências mantendo-o limpo é uma das principais formas de evitar a presença do mosquito transmissor da leishmaniose visceral. A limpeza inclui recolher as fezes dos animais diariamente, embalar o lixo de forma correta e não jogar ou deixar folhas e resíduos orgânicos no terreno. Ao contrário do Aedes aegypti, que se reproduz em água limpa ou suja, a reprodução do mosquito-palha acontece em ambientes úmidos, em matéria orgânica podre e em fezes de animais (cães e galinhas, por exemplo).

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